Há menos de uma década, uma grande catástrofe caiu sobre o oceano índico, devastando grandemente países com a Indonésia e a Tailândia, ceifando milhares de vidas – em efeitos combinados de terramotos e tsunamis numa escala há muito não vista. Algo semelhante, acrescido de uma terceira agravante – radiação nuclear, vem afectando o Japão – este pequeno grande país do Oriente – as terras do sol nascente e de Monte Fuji, habitadas por um Povo corajoso e labutador que, ao longo dos anos construiu um País-modelo para os pequenos Estados – se olharmos apenas pela dimensão territorial.
Estima-se que o número de mortos deverá atingir algumas dezenas de milhares, não sabendo por enquanto, qual será a repercussão das radiações emitidas pelas principais centrais nucleares, sitas na zona litoral do país, entretanto gravemente afectadas por essa desastre natural. Já se fala numa nova Chernobyl! Esperemos que não, pois o mundo desenvolveu e o poderio económico e tecnológico global de hoje, está decerto acima do da URSS de então.
O Governo Japonês tem feito esforços, mas na frente de calamidades a esta escala, só a união de forças (talvez) poderá surtir efeitos imediatos. Vários países tem tentado apoiar. Desde os Estados Unidos da América, passando pela China até ao Afeganistão, há já sinais de djuntamon. De Cabo Verde ainda não ouvimos nada, mas acreditamos que embora em periodo de formação de um novo Governo, o arquipélago saberá mostrar a sua solidariedade. Além das sentidas condolências da praxe, devemos todos Cabo-verdianos contribuir para ajudar os Japoneses – aquele Povo Amigo que sempre nos estendeu a mão e que, hoje está sem água, sem luz e sem pão, a meio de um intenso inverno.
Devemos em momentos destes, mas não apenas, refelectir um pouco – lembrar que se o Japão, com as suas robustas infraestruturas, com um eficiente sistema de prevenção e protecção não conseguiu suportar a fúria da natureza, o que seria de nós, filhos de um vulcão ainda activo (?) – portanto, residentes dentro de uma grande caldeira a lume brando – no meio do atlântico, se algo parecido nos batesse a porta. Que Deus nos proteja!
Não olividemos nunca, 1951 e/ou 1994, citando apenas datas das erupções mais recentes.
Enquanto isso, ouvimos falar na comunicação social que as forças de Kadhafi está prestes a chegar em Benghazi para travar a grande luta que deverá permitir-lhes controlar o último reduto dos rebeldes, caso a comunidade internacional não intervir.
Da França ouvimos um Sarkozy empenhado em mandar o autor do Livro Verde embora, afirmando que os rebeldes são os legítimos governantes da Libya, ao mesmo tempo que o chefe das armas, o filho mais próximo de Kadhafi, diz que foram eles os grandes financiadores da campanha que permitiu a eleição de Sarkozy – afinal, em quem acreditar?!? Na força das armas ou no boletim de voto!?! Tenho dúvidas! Porém, não duvido da força do papelzinho verde contendo a cara de Benjamin Franklin. O mesmo que nos permite ter acesso ao ouro negro, que financia a compra dos caças que abre portas aos ataques aéreos, resultando em grandes massacres.
O Governo Japonês tem feito esforços, mas na frente de calamidades a esta escala, só a união de forças (talvez) poderá surtir efeitos imediatos. Vários países tem tentado apoiar. Desde os Estados Unidos da América, passando pela China até ao Afeganistão, há já sinais de djuntamon. De Cabo Verde ainda não ouvimos nada, mas acreditamos que embora em periodo de formação de um novo Governo, o arquipélago saberá mostrar a sua solidariedade. Além das sentidas condolências da praxe, devemos todos Cabo-verdianos contribuir para ajudar os Japoneses – aquele Povo Amigo que sempre nos estendeu a mão e que, hoje está sem água, sem luz e sem pão, a meio de um intenso inverno.
Devemos em momentos destes, mas não apenas, refelectir um pouco – lembrar que se o Japão, com as suas robustas infraestruturas, com um eficiente sistema de prevenção e protecção não conseguiu suportar a fúria da natureza, o que seria de nós, filhos de um vulcão ainda activo (?) – portanto, residentes dentro de uma grande caldeira a lume brando – no meio do atlântico, se algo parecido nos batesse a porta. Que Deus nos proteja!
Não olividemos nunca, 1951 e/ou 1994, citando apenas datas das erupções mais recentes.
Enquanto isso, ouvimos falar na comunicação social que as forças de Kadhafi está prestes a chegar em Benghazi para travar a grande luta que deverá permitir-lhes controlar o último reduto dos rebeldes, caso a comunidade internacional não intervir.
Da França ouvimos um Sarkozy empenhado em mandar o autor do Livro Verde embora, afirmando que os rebeldes são os legítimos governantes da Libya, ao mesmo tempo que o chefe das armas, o filho mais próximo de Kadhafi, diz que foram eles os grandes financiadores da campanha que permitiu a eleição de Sarkozy – afinal, em quem acreditar?!? Na força das armas ou no boletim de voto!?! Tenho dúvidas! Porém, não duvido da força do papelzinho verde contendo a cara de Benjamin Franklin. O mesmo que nos permite ter acesso ao ouro negro, que financia a compra dos caças que abre portas aos ataques aéreos, resultando em grandes massacres.
Mais abaixo, la pelas bandas da chamada CEDEAO, a Costa do Marfim, continua mergulhada na incerteza, com os dois ditos presidente-eleito a não se entenderem – não sabendo a União Africana o que fazer. Será que vamos ter mais mais 30 anos de guerra e de mortes, tal como acontecera em Angola? In God We Trust!
Depois do caos na Tunísia e no Egipto, passando pela Libya, tudo aponta que em Bahrain e Yemen, enfim, um pouco por todo o lado há sinais de instabilidade. Com este clima poderá a África crescer acima de 6% como fez em 2010, apesas da crise mundial ? If not, já sabemos qual será o resultado. Fomes e mortes, resultantes da ganância pelo poder, mas também devido ao aumento do preço dos cereais.
No final, só nos restará contabilizar as destruições e o número de mortos para concluir se é a fúria da Natureza ou a ganância dos Homens a mais perigosa !?!
Depois do caos na Tunísia e no Egipto, passando pela Libya, tudo aponta que em Bahrain e Yemen, enfim, um pouco por todo o lado há sinais de instabilidade. Com este clima poderá a África crescer acima de 6% como fez em 2010, apesas da crise mundial ? If not, já sabemos qual será o resultado. Fomes e mortes, resultantes da ganância pelo poder, mas também devido ao aumento do preço dos cereais.
No final, só nos restará contabilizar as destruições e o número de mortos para concluir se é a fúria da Natureza ou a ganância dos Homens a mais perigosa !?!